Blog · 19 de outubro de 2026
Esta é a última semana para você defender o BB, o Brasil e os brasileiros
Não é uma escolha difícil! Não deixe que as mentiras de Flávio Bolsonaro falem mais alto do que a verdade

No dia 25 de outubro, os brasileiros voltarão às urnas para escolher o futuro do Brasil.
De um lado, temos Lula, que representa um projeto democrático-popular para o país. Sem privatizações, sem desmontes. Um projeto que luta pela soberania e garante direitos trabalhistas e sociais.
Lula tirou o Brasil duas vezes do Mapa da Fome, quitou a dívida com o FMI, entregou a menor taxa de desemprego da série histórica, colocou o Brasil por duas vezes entre as oito maiores economias do mundo, além de criar programas sociais fundamentais de combate à desigualdade, como Bolsa Família; Luz Para Todos; Minha Casa, Minha Vida; Pé de Meia; entre outros.
Do outro, está Flávio Bolsonaro, cujo projeto é de desmonte das empresas estatais e do bem-estar de trabalhadores, aposentados e pensionistas, além de cortes em programas sociais e setores fundamentais para o desenvolvimento do país e da população, como educação e saúde.
Flávio nunca trabalhou na vida, foi funcionário público fantasma, tem ligação com milícias, uma lista grande de suspeitas de corrupção, como as rachadinhas e a ligação com o irmãozão Daniel Vorcaro, o banqueiro preso, envolvido com o roubo dos benefícios do INSS. Além disso, ele representa a proposta de governo do seu pai, que levou o país à barbárie, a exemplo das milhares de vidas que poderiam ter sido salvas durante a pandemia, falta de medicamentos no Farmácia Popular, redução de investimentos em saúde e educação. No governo dele, as universidades federais não tinham nem papel higiênico.
Não é uma escolha difícil!
Mas parte da população vem sendo enganada com Fake News. Eleitores vêm sendo expostos a uma avalanche de desinformação e falsas promessas do candidato da extrema direita, que muda de posição conforme a conveniência da campanha.
Esse cenário caótico, estimulado pelo ódio e a intolerância, acendeu o sinal de alerta e parte expressiva da população passou a ocupar as ruas e as redes na busca pela verdade e pela defesa incessante da democracia.
Esse movimento levou a um empate técnico nas pesquisas por intenção de voto. Mas não é hora de subir no salto, como eles fizeram. É hora de mantermos a mobilização nas ruas e nas redes. É hora de conversar com vizinhos e amigos, mostrar como o país e todos nós perderemos se Flávio for eleito.
Não deixe que o ódio do discurso de campanha tire de você a lucidez do que está em jogo com essas eleições. Não deixe que as mentiras de Flávio Bolsonaro falem mais alto do que a verdade.
A lista de maldades e desmontes do candidato é enorme, apesar de ele tentar desmentir para enganar o povo, em um flagrante estelionato eleitoral. Afinal, não dá para propor duas coisas tão divergentes ao mesmo tempo. Para alguém ele está mentindo.
Veja o que o candidato já defendeu e o que passou a negar:
- Flávio é contra a escala 5x2, que garante dois dias de folga para os trabalhadores, sem desconto de salários.
- Flávio quer privatizar 95% das empresas estatais. O BB é a joia desta lista de desmonte.
- Tem previsão de corte até no Farmácia Popular, Bolsa Família, salário mínimo e muito mais.
Vamos trabalhar duro nesta última semana, antes da eleição do dia 25, para impedir que o país perca o rumo. É hora de enfrentarmos o ódio e darmos um basta à intolerância.
Confira aqui levantamento do site Aos Fatos sobre as mentiras contadas por Flávio Bolsonaro durante o debate realizado ontem na Band:
- Não é bem assim que o governo atual coloca nas ruas marginais perigosos, como afirmou o senador;
- Também não é correto afirmar que a taxa de juros caiu 2% como resultado de Flávio Bolsonaro ter ficado à frente no primeiro turno;
- Flávio afirmou que não mantém escritório com o Careca do INSS, mas dados comprovam o contrário;
- É falso que o Careca do INSS tenha feito parte do governo Lula;
- Diferentemente do que disse o candidato, a Polícia Federal investiga Lulinha, filho de Lula;
- Não há evidências de que Lula tenha participado da fraude do INSS. Foi no governo Lula que a fraude foi descoberta e milhões de aposentados já receberam o dinheiro de volta com juros e correção;
- Não é verdade que somente a bancada do PT apresentou emendas para flexibilizar as regras de controle dos descontos do INSS;
- Não é correto dizer que foi o ministro André Mendonça que prendeu Daniel Vorcaro;
- É falso que a criminalidade explodiu no Brasil, como disse Flávio;
- O senador distorce uma informação ao afirmar que 73% dos presidiários votaram em Lula;
- Flávio repete a informação distorcida de que 73% dos presidiários votaram em Lula;
- O candidato omite que apoiou projeto de lei para retirada da numeração das munições utilizadas pelas forças de segurança;
- Nenhum condenado do Mensalão integra o governo Lula, diferentemente do que afirmou Flávio;
- O candidato responsabiliza o governo Lula pelo recorde de mulheres assassinadas, o que ocorreu devido à melhora na qualidade dos registros;
- O senador acertou sobre o recorde de mulheres espancadas;
- É falso que tenha havido um recorde de empresas fechadas no atual governo;
- Não é correto afirmar que o atual governo é recordista em criminalidade;
- É falso que Lula e Janja tenham gastado R$ 7 bilhões em viagens;
- Flávio promete criar um prontuário eletrônico único para integrar as informações de saúde dos pacientes, mas o Brasil já conta com sistemas que desempenham essa função;
- Lula tomou vacina contra a Covid-19 adquirida no governo Bolsonaro, mas isso só aconteceu depois de o então presidente ter dito que não iria comprar;
- Os brasileiros já podem vender produtos pela internet e administrar lojas virtuais de suas próprias casas;
- É falso que o governo Lula não tenha feito nada sobre o tarifaço imposto pelos Estados Unidos;
- Também é falso que Lula tenha ido aos Estados Unidos defender organizações criminosas;
- É falso que o governo Lula considera que pessoas que cometem abuso sexual contra crianças sejam apenas doentes, e não criminosas;
- Flávio sugere que o número de registros de roubo de celulares não teria caído durante o governo Lula, mas diminuíram.



